29 de junho de 2009
Férias
25 de maio de 2009
Sugestão de leitura
CrepúsculoComo sugestão de leitura, um dos livros que posso recomendar é “ Crepúsculo” que certamente já terás ouvido falar. Na minha opinião é um livro muito bem escrito de tal maneira que te envolve, te embrenha na história como se estivesses a viver também e a sentir aquilo que as personagens sentem.
É muito mais do que o amor entre uma humana e um vampiro, é um amor que ultrapassa todas as diferenças e desafios para que possa ser vivido; para além disso é daqueles livros que te prende do princípio ao fim e enquanto não o acabares não o largas, é muito cativante e a leitura não é nada aborrecida. E quando chegares realmente ao fim descobres que a história não vai acabar ali pois tem mais três que completam a colecção e digo-vos que são tão apaixonantes como este, em cada um deles os desafios são diferentes e de perder o fôlego.
Quem diria que começou a ser escrito por causa de um sonho da autora!?
Cláudia Custódio, 10ºC
24 de maio de 2009
Dia da Escola
2 de maio de 2009
Feira do Livro de Lisboa
28 de abril de 2009
Earthwater
Arrancou há algumas semanas em Portugal um projecto pioneiro de solidariedade.A água embalada Earth Water é o único produto no mundo com o selo do Alto-Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (ACNUR), revertendo os seus lucros a favor do programa de ajuda de água daquela instituição.
Com a criação da Earth Water pretende fazer-se a diferença e melhorar estas estatísticas assustadoras. "
19 de abril de 2009
detox week: 20 - 26 / 04 / 2009
Ora bem, primeiro a explicação do título: 'detox' é o equivalente informal para a palavra inglesa 'detoxification', que em português significa desintoxicação. Trata-se, então, disso mesmo que o nome indica: uma semana de desintoxicação relativamente a tudo o que é digital: TV, PC, iPOD, Playstation, etc, etc. e que este ano tem dose dupla: uma semana na primavera, de 20 a 26 de Abril (começa amanhã!!) e outra em Setembro.A iniciativa, que já leva 14 anos e no início visava apenas a televisão, teve origem nos EUA em 1995. Entretanto, transformou-se num evento anual de amplitude mundial que, em países mais sensíveis a estas coisas, envolve muito seriamente as famílias, as escolas e a comunidade, numa tentativa de reduzir a dependência das tecnologias de comunicação por parte, sobretudo, de crianças e jovens.
Agora os porquês desta iniciativa:
- sensibilizar as pessoas no sentido de terem estilos de vida mais saudáveis
- incentivar as relações com a família e os amigos
- prevenir e reduzir: a obesidade; problemas nos olhos e nas costas; a falta de concentração e os maus resultados escolares.
Pois é.. há quem (mesmo sendo americano;-) vá pensando nestas coisas, se dê conta de evidências assim, lhes procure pelo menos as consequências, e .. tente remediá-las. Por cá, vamos assobiando para o lado e não paramos de acumular televisões, computadores, telemóveis, ipods, playstations, mps 3, 4, 5 : toda uma panóplia de entreténs que nos poupem o esforço da convivência diária com os rebentos, tb, quiçá .. o desgaste de lhes recusarmos as pretensões constantes. É claro que depois, às vezes anos mais tarde, não compreendemos por que é que .. e que .. .. mas isso são outras histórias.
promotores da semana sem ecrãs: uma das maiores preocupações que levaram a esta iniciativa prende-se com a questão da obesidade: "Décadas de vida sedentária em que se passam horas a ver televisão transformaram os cidadãos dos EUA nas pessoas mais gordas do planeta." (fonte). "A epidemia de obesidade na América está a atingir dimensões assustadoras." (MSN Health & Fitness). Na maior parte dos estados, entre, 25% e 30% da população não tem apenas excesso de peso, é estatisticamente obesa. - nada de ecrãs - de qualquer espécie - antes dos dois anos de idade!
- limitar o tempo de uso de ecrãs a 1 ou 2 horas por dia
- não pôr televisão ou computador no quarto dos filhos
Finalmente, as vantagens, os incentivos:
Desligar a televisão/ o computador..
- dá-nos a oportunidade de pensar, ler, criar, fazer coisas.
- permite-nos conviver: com a família e os amigos
o testemunho de dois jovens americanos, depois de uma semana 'unplugged':
- «Diverti-me imenso …. Por que é que não desligamos a televisão nas outras 51 semanas do ano?»
- «Não gostei da semana sem televisão – mas dei-me bem conta de que as minhas notas subiram e andei de bom humor toda a semana.»
The Digital Detox Challenge: do the unthinkable: unplug!
- For one week (April 21-26) say good-bye to Twitter and Facebook.
- Turn off your TV, iPhone and Xbox.
mais informação em: Adbusters
posted by ana lima
18 de abril de 2009
Susan Boyle, do anonimato à fama
Uma mulher com um M muito grande, que acaba por dar a todos uma enorme lição !
the biggest 'wake up call' ever!
Ver / ouvir para crer:
Susan Boyle in "Britains Got Talent ", 2009
I dreamed a dream (from Les Miserables)
- I dreamed a dream in time gone by
- When hope was high,
- And life worth living
- I dreamed that love would never die
- I dreamed that God would be forgiving.
- Then I was young and unafraid
- When dreams were made and used,
- And wasted
- There was no ransom to be paid
- No song unsung,
- No wine untasted.
- But the tigers come at night
- With their voices soft as thunder
- As they tear your hopes apart
- As they turn your dreams to shame.
- And still I dream he'll come to me
- And we will live our lives together
- But there are dreams that cannot be
- And there are storms
- We cannot weather...
- I had a dream my life would be
- So different from this hell I'm living
- So different now from what it seems
- Now life has killed
- The dream I dreamed.
Susan Boyle: 'Cry Me A River' - a não perder!!
http://www.youtube.com/watch?v=jI2DxkrgpgQ
* * * * * * * * * * *
Em apenas uma semana!! (desde que o espectáculo foi para o ar, em 11 de Abril), Susan Boyle torna-se um fenómeno de popularidade a nível mundial. Ora vejam: Susan Boyle Fansites (7) ; Susan Boyle Facebook Fan Club ; Susan Boyle Fans Forum
mais sobre Susan Doyle, aqui
postado por ana lima
1 de abril de 2009
Fernando Pessoa revisitado
na 1ª Pessoa .. um vídeo educativo
um vídeo de Halden Beaumont, aluno de mestrado em Educação e Comunicação Multimédia.
postado por ana lima
26 de março de 2009
PESSOA VISITA A BIBLIOTECA
12ºD: Adónis na poesia de Ricardo Reis.
José Luís Peixoto na Esag
a assistência, preparando-se
10ºB muito fotogénico
o Rúben em jeitos de trovador..
os alunos que tanto se empenharam na visita de JLP:
10.ºA à esquerda, 10.ºB à direita
o meu colega de cadeira com Rafa ao lado ..
ei-lo que chega, e os primeiros autógrafos
JLP bem-acordando, agradado com a recepção ..
a professora a quem temos todos de agradecer a vinda do escritor
a difícil tarefa de cantar-tocar um texto complexo
José Luís Peixoto contando ..
.. folheando um livro de H. Helder
25 de fevereiro de 2009
preparando a visita do José Luís Peixoto
O que vos propomos (10ºA e B), é que escrevam os vossos comentários sobre o que andem a ler / já tenham lido do José Luís Peixoto .. cada post abaixo contempla um dos seus livros - é só procurarem 'o vosso', e deixarem lá uma opinião. - Pois então, " Força nas leituras!"
- Comentem o livro que leram!
Quem sabe não entusiasmam outros colegas a ler JLP?
Ficamos (ansiosamente:-)) à vossa espera!
nota: até à vinda de JLP à escola, outros posts de ana lima estarão no blogue: 'o vento que passa'
Cemitério de Pianos
Adélia (10.º B) disse... Pelas 315 páginas que já li do 'Cemitério de Pianos', acho que valeu a pena o tempo que demorei, pois o JLP é 'tão fofinho' na maneira como escreve. Fundamento isto com o facto de usar uma personagem real como base da sua história e conseguir criar um enredo a partir daí. Achei isso bastante interessante: a história começar a tornar-se real, mesmo sabendo que era ficção.postado por: ana lima
Gaveta de Papéis
Joana Costa (10º B) disse... Li o livro de poesia "GAVETA DE PAPÉIS" e pelo que percebi, o autor adora utilizar a personificaçao. A personificaçao dá vida aos seus poemas e por vezes, mais vontade de continuar a ler, mas também os torna mais difícies de interpretar. Esse foi o único ponto negativo, mas mesmo assim continuo a aconselhar a leitura deste livro, pois é um dos livros com os poemas mais bonitos que alguma vez li.Nenhum Olhar
Morreste-me
Ana Parada (10º B) disse: eu li o "Morreste-me" e as poucas páginas que contem esse livro estão todas cheias de sofrimento devido à morte do seu pai.
mais alguém leu este livro?
postado por : ana lima
Uma Casa na Escuridão
Ruben (10.ºB) disse... Já li o livro "Uma casa na escuridão": de certa forma gostei do livro, só não gostei da parte das invasões e dos mutilados e de como ele descreve muito a morte. pus aqui os meus primeiros comentários sb o que já li deste livro (1º e 2º capítulos)
(postado por A.L. há uma semana, +/-)
José Luís Peixoto (1)
O que vos proponho é irem comentando, a partir de agora, nos posts (q vou ainda pôr) sobre cada livro que tenham lido, e assim se preparava a visita do escritor.. seria assim o vosso, o meu, contributo ..
Podiam, alunos do 10.º B, era convidar os vossos colegas da turma A a participarem também nesta espécie de 'tertúlia' .. - que tal?
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E agora, como prometido (.!.) José Luís Peixoto, escritor português, galardoado com o prémio José Saramago em 2001* - dele sei .. que tem a idade do "25 de Abril", muitos piercings, tatuagens qb.
- que de si diz : Tenho um punk dentro de mim, debaixo da minha pele ...(não percam o texto:!! - 'Not dead ' - 4º post, aqui)
- que às vezes não usa maiúsculas e 'reflexivou' o verbo parar: ele, ela, parou-se, nem mais..
- que parece ser uma pessoa encantadora, e tímido, tímido (apesar de punk ..:)
- que a tristeza infinita daquele olhar nas contra-capas se tem vindo a esbater..
- que tem um humor surpreendente, delicioso: e um texto ** q o ilustra: a ler, absolutamente (aqui ao fundo)
Sei que há-de vir à ESAG (Março?) e que não vos perdoo se não me convidarem a assistir ( alô 10.º B!! .. :-)))
Sei também que José Luís Peixoto é fã (penso q incondicional) do escritor argentino Julio Cortázar, (clicar para ver post) de quem, de resto, prefaciou a edição portuguesa de "Rayuela/o jogo do mundo". Que fielmente, amorosamente, lhe adoptou/adaptou as transgressões estruturais no romance 'O Cemitério de Pianos'.
- sei, sobretudo, que escreve .. como que com o corpo todo.
- que cada palavra inserta é tão absolutamente a palavra certa, que dir-se-ia ter sido sonhada antes.
- que os seus personagens são de uma humanidade enternecedora.
- sei que a sua prosa é tão.. mas tão .. intensamente poética
- e que a sua escrita é bela e flui , que é insinuante e dolorosa , que sem apelo toma conta de nós como um 'mal de vivre' que. (Isto é uma das coisas q ele faz, acabar as frases deste modo impossível e no entanto tão rico de hipóteses, de leituras ..)
- com um texto seu, que vos dará a conhecê-lo certamente muito melhor do que eu alguma vez o faria : um escritor visita a língua portuguesa
- uma entrevista
- uma fotografia surpreendente, por aqui (+/- a meio da página, têm de procurá-la ;))
- e já agora .. nesta importada celebração q dá pelo nome de Valentine's Day, com um seu -lindíssimo- poema de amor:
mas eu lembro que o tempo é outra coisa, e tenho
fecho os olhos para te ver
José Luís Peixoto na sua saborosíssima crónica – Verdades quase verdadeiras, no JL (Jornal de Letras), acerca das pessoas que dormem nas conferências dos encontros literários:
postado por ana lima
e agora, os comentários (praticamente todos) de alunos do 10.º B:
anónimo disse...
14 de Fevereiro de 2009 9:27
al disse...
verdad, verdad, .. mas é um óptimo escritor, na minha opinião.. os alunos q aqui vierem, please, deixem nome e turma, sim? pode ser no 'corpo' da mensagem..:D
14 de Fevereiro de 2009 9:31
Ruben disse...
Já li o livro "Uma casa na escuridão": de certa forma gostei do livro, só não gostei da parte das invsões mutilados e de como ele descreve muito a morte.
14 de Fevereiro de 2009 13:37
André Gonçalves disse...
Das 37 páginas do "Nenhum Olhar" que li até agora, a minha mente infantil gosta de citar umas linhas da pág. 27. Mas isto sou eu...
14 de Fevereiro de 2009 13:48
al disse...
claro, enganei-me... 10.º B, as minhas desculpas!!!!!!!!!!!!!!!!!!e eu sei de uma pergunta q ele gostaria q lhe fizessem, mas ñ digo!! quero estar lá!!!!!!!:-))))))
14 de Fevereiro de 2009 13:58
al disse...
Ruben: ñ percebi o que queres dizer com 'invsões mutilados' ?!ñ queres explicar melhor?
14 de Fevereiro de 2009 17:22
JÔ disse...
pelo que li até agora do livro « Nenhum Olhar » devo dizer que nunca li nada assim . a maneira do autor escrever , os detalhes que ele dá , os sentimentos que expressa .. A minha sorte é o livro ser muito interessante, porque com coisas secantes eu adormeço rapidinho. Beijinhos, Stora ;D - Joana Correia 10ºB
15 de Fevereiro de 2009 0:30
André Gonçalves disse...
Por acaso não, senhora professora. São ordinarices... x)
15 de Fevereiro de 2009 0:31
al disse...
ordinarices, menino aluno?!;D - não acredito! O JLP ñ escreve ordinarices.. vou reler a tal pg 27
15 de Fevereiro de 2009 0:37
Ruben disse...
Se querem saber sobre as invasões, o melhor é mesmo ler
15 de Fevereiro de 2009 9:43
al disse...
Ruben, toda a razão, mas bem q podias deixar aqui um 'cheirinho', não? só para abrir o apetite, vá lá..e calculo, então, q os mutilados de q falas acima sejam o 'colateral damage' das invasões..pensando bem, as invasões só podem ser as francesas .. será? e isso traz-me à memória o último livro do Pérez-Reverte, "um dia de cólera" - conheces? o livro? o autor?bjis.. e volta sp! (e vê se convences o teu colega Rafael a vir aqui tb!!:-D
15 de Fevereiro de 2009 10:47
Ana Parada disse...
Olá olá, eu li o "morreste-me" e as poucas páginas que contem esse livro estão todas cheias de sofrimento devido à morte do seu pai. sinceramente, eu acho os seus métodos de escrita um pouco estranhos, pois no meu livro diz que o seu pai morreu de uma doença prolongada, enquando no livro do Ruben, "uma casa na escuridão", fala que o pai matou a escrava com uma chave de fendas e de seguida matou-se a si próprio.
15 de Fevereiro de 2009 15:37
al disse...
Oi Ana, obrigada por teres 'aparecido' por aqui! está visto q os domingos, com mais ou menos sol, são mesmo dias de 'pacholice', de ficar em casa..;)Qto aos livros do JLP: não li nenhum dos q referes, mas calculo que o 'morreste-me' seja mais ou menos auto-biográfico. Aquela dor, aquela insuportável tristeza, sente-se ainda no 'nenhum olhar', q, se ñ me engano, foi escrito no mesmo ano.Em 'uma casa na escuridão', e repito, ñ li, o "pai" será o do narrador, q ñ é necessariamente o autor .. penso q seja isso.«será que José Luis Peixoto escreve o que vive ou inventa aquilo que quer escrever? », perguntas. Pois .. muitos escritores darão vida a essa dualidade.. e haverá livros que se baseiam mais em vivências, outros que serão pura invenção.. nos dois casos,de qq forma, sempre criação literária, ñ é? Tb me parece que o desaparecimento de um ente querido tem necessariamente de deixar marcas profundas, e q a questão da morte passe a estar mais presente, pelo menos durante uns tempos ..agora.. na minha opinião, o JLP é um escritor intrinsecamente melancólico, e acho q é tb isso q torna a sua escrita tão bela, ainda que dolorosa..Às tantas tiveste azar no livro que escolheste .. por que ñ experimentas o 'cemitério de pianos', q é menos triste?bjis e .. obrigada, Ana. o teu comentário deu-me o gosto de me pôr a divagar..
15 de Fevereiro de 2009 15:58
Aldo disse...
Eu li o "Morreste-me", é um bom livro, de que até gostei. Esse livro mostra toda a dor e o sofrimento do autor pela morte do pai. E acho que o efeito da escrita que é a "repetição" faz todo o sentido ^^Aldo^^
15 de Fevereiro de 2009 22:14
Ruben disse...
Não vou dar nem um cheirinho, porque assim terão mais curiosidade de o ler :P - Vá, vou só dizer uma coisa: o meu livro retrata uma paixão diferente das outras, em que o autor comunica com ela através da escrita, e a certa altura não conseguem comunicar mais (é aí que entram as invasões e os mutilados), e mais não digo :P. E concordo com tudo o que a Ana disse, queria só corrigir uma coisa: o pai matou a escrava e a si próprio com um machado.
16 de Fevereiro de 2009 17:52
Joana Costa disse...
Li o livro de poesia "GAVETA DE PAPEIS" e pelo que percebi, o autor adora utilizar a personificaçao. A personificaçao dá vida aos seus poemas e por vezes, mais vontade de continuar a ler, mas também os torna mais difícies de interpretar. Esse foi o único ponto negativo, mas mesmo assim continuo a aconselhar a leitura deste livro, pois é um dos livros com os poemas mais bonitos que alguma vez li. e se se ler cuidadosamente e calmamente, por vezes somos capazes de encontrar toda a beleza daqueles poemas. Eu já li e não me arrependi.
Joana Costa disse...
P.S. Professora Ana...Isto também se aplica a si, se não ler vou ficar muito desiludida consigo!!! Vá lá, nao custa nada... é pequeno e muito interessante! Força nessa leitura!! JOANA COSTA Nº13 10ºB
16 de Fevereiro de 2009 17:59
al disse...
Oi lindos:que bom, o JLP parece ter-vos entusiasmado! só é pena q sejam sempre os mesmos a comentar.. q tal envolverem a vossa prof de português nesta 'tertúlia', hein? e o resto dos preguiçosos dos vossos colegas tb, claro! :-))E.. à propos: acho q, com esta partilha, já mereço q me convidem para a 'private session',como diz o André!! ^^
16 de Fevereiro de 2009 18:21
al disse...
agora para a Joana:"força nas leituras" é coisa q ñ me custa mesmo nada fazer, embora prefira romances a livros de poesia.. um pouco + difícil é comprar os livros, por isso vais ter de mo emprestar.. tenho o 'nenhum olhar' para a troca, vale? :De para todos os alunos q aqui têm vindo falar do JLP, quero q saibam q estou a a-d-o-r-a-r !!bjis, até 4ª
16 de Fevereiro de 2009 18:27
al disse...
.. por acaso alguém .. (além do André..) leu alguma coisa do q eu escrevi neste post?e..?- concordam c/ as apreciações?- leram o texto sb as pessoas q dormem nas sessões literárias?- o poema? - gostaram???;D- descobriram a tal fotografia? e..?e .. já pensaram no q lhe vão perguntar qdo ele for lá à escola??bjis
16 de Fevereiro de 2009 21:04
Adélia disse...
Pelas 315 páginas que já li do 'Cemitério de Pianos', acho que valeu a pena o tempo que demorei, pois o JLP é 'tão fofinho' na maneira como escreve. Fundamento isto com o facto de usar uma personagem real como base da sua história e conseguir criar um enredo a partir daí. Achei isso bastante interessante: a história começar a tornar-se real, mesmo sabendo que era ficção. Bjs***
17 de Fevereiro de 2009 15:02
Ruben disse...
Não acertou em nada. o melhor é ler o livro, se não daqui a nada já está a fazer concorrência ao JLP xD
17 de Fevereiro de 2009 15:45
al disse...
1º para a Adélia:'fofinho', o JLP será, com certeza.. agora .. isso de 'criar' um personagem e dar-lhe vida é o q é suposto os escritores fazerem, n'est-ce pas?:-) claro que ele fá-lo muito bem, com muita coerência, e aí acho q tens toda a razão, quase q nos tornamos íntimos deles, ñ é?
17 de Fevereiro de 2009 17:49
Paula . disse...
Olá stora :) O livro que estou a ler é o "Cemitério de Pianos " . Até agora está a ser interessante e estou a gostar da obra, pois o autor tem uma maneira de escrever muito própria, nunca tinha lido nenhuma obra com essas características. É um livro grande mas fácil de ler. Tchau, Bjinhos. :D
17 de Fevereiro de 2009 21:18
al disse...
Que bom estares a gostar, Paula! Eu tb gostei muito, dos personagens, da escrita poética, da ternura subjacente.. Fiquei foi um tanto baralhada com aqueles 'capítulos' interrompidos, que continuam 3 ou 4 folhas depois. Às tantas já ñ sabia quem era quem. Afinal quantos narradores tem este romance? 2? 3? Senti necessidade de fazer uma árvore genealógica para me 'situar'... senti necessidade, mas ñ fiz :-)) e, apesar das baralhações, fui lendo, lendo, sem conseguir parar, até ao fim .. assim são os escritores 'maiores', que nos agarram 'malgré tout'.. Certo, certo, é que gosto IMENSO desta troca de ideias convosco!bjis
17 de Fevereiro de 2009 21:48
Edu1992 disse...
Bom dia, já comecei a ler o meu livro, que é "o cemitério de Pianos" e até acho o livro interessante até a pagina 100. A partir daí, o autor começa a misturar muitas histórias, o que dificulta a leitura. Mas o livro em geral é interessante
24 de Fevereiro de 2009 9:12
al disse...
É verdade, tb achei. no 'cemitério..' ele adopta uma 'arrumação' inspirada n1 livro de q falo no post, viste? eu recomendaria ir pondo umas notas de rodapé (coisa q eu ñ fiz, mas de que dp senti falta), do tipo: continua na pág. tal ... ;-)) Apesar de tudo, acho q o livro se lê até ao fim com prazer, mesmo q nos escape alguma lógica. Fico contente por estares a gostar.. o Anexi é q, pelos vistos ...:-D
13 de fevereiro de 2009
José Luís Peixoto
o tempo, subitamente solto pelas ruas e pelos dias, como a onda de uma tempestade a arrastar o mundo, mostra-me o quanto te amei antes de te conhecer.
eram os teus olhos, labirintos de água, terra, fogo, ar, que eu amava quando imaginava que amava.
era a tua voz que dizia as palavras da vida.
era o teu rosto.
era a tua pele.
antes de te conhecer, existias nas árvores e nos montes e nas nuvens que olhava ao fim da tarde.
muito longe de mim, dentro de mim, eras tu a claridade.
mais sobre este escritor, aqui
postado por ana lima




