Chico Buarque recebeu o Prémio Portugal Telecom de Literatura 2010 pelo livro Leite Derramado.
11 de novembro de 2010
9 de novembro de 2010
Projecto Kid’s Guernica
O lema deste ano evoca A Floresta (a propósito do Ano Internacional da Floresta: 2011).
Proposta: Criação de uma tela que simbolize, com plena liberdade pictórica, os valores de um ambiente preservado, da liberdade, da igualdade na dignidade e direitos, tolerância, fraternidade, solidariedade, paz “sem distinção alguma, nomeadamente de raça, de cor, de sexo, de língua, de religião, de opinião pública ou outra, de origem nacional ou social, de fortuna, de nascimento ou de qualquer outra situação”.
Ler mais aqui: Folheto informativo e Kid’s Guernica
6 de novembro de 2010
1 de novembro de 2010
"Sôbolos rios que vão", de António Lobo Antunes
Entre os últimos dias de Março e os primeiros de Abril de 2007, depois de uma operação grave, o narrador, entre as dores e a confusão provocada pela anestesia e pelos medicamentos, recupera fragmentos da sua vida e das pessoas que a atravessaram: os pais e os avós, a vila da sua infância, a natureza da serra os amores e desamores. Como um rio que corre, vamos vivendo com ele as humilhações da doença, a proximidade da morte, e o chamamento da vida.
26 de outubro de 2010
Dia da Biblioteca Escolar
Ontem, vinte cinco de Outubro, celebrou-se, por resolução da Rede de Bibliotecas Escolares, o Dia da Biblioteca Escolar. A nossa Biblioteca promoveu neste dia as seguintes actividades:
Exposição fotográfica com imagens das diferentes “caras “ da Biblioteca ao longo dos tempos (passado e presente);
Mural destinado ao registo das propostas dos alunos para o futuro: a nossa Biblioteca Amanhã;
Pára, Escuta e Lê: sensibilização para a leitura silenciosa. (Dispostas sobre as várias mesas da
Biblioteca, encontravam-se obras literárias com o objectivo de convidar os alunos à leitura).
Biblioteca, encontravam-se obras literárias com o objectivo de convidar os alunos à leitura).
24 de outubro de 2010
22 de outubro de 2010
19 de outubro de 2010
" A Matéria do Poema ", de Nuno Júdice
Publicado no ano de 2008, o livro A Matéria do Poema, de Nuno Júdice, inclui dois poemas sobre a questão da língua materna. Ou melhor, e mais correctamente, sobre as variedades do português, de que o poeta nos apresenta uma versão entre o irónico e o céptico. Transcrevemos neste post, um desses dois poemas.LUSOFONIA
rapariga: s.f., fem. de rapaz: mulher nova; moça; menina; (Brasil), meretriz.
Escrevo um poema sobre a rapariga que está sentada
no café, em frente da chávena de café, enquanto
alisa os cabelos com a mão. Mas não posso escrever este
poema sobre essa rapariga porque, no brasil, a palavra
rapariga não quer dizer o que ela diz em portugal. Então,
terei de escrever a mulher nova do café, a jovem do café,
a menina do café, para que a reputação da pobre rapariga
que alisa os cabelos com a mão, num café de lisboa, não
fique estragada para sempre quando este poema atravessar o
atlântico para desembarcar no rio de janeiro. E isto tudo
sem pensar em áfrica, porque aí lá terei
de escrever sobre a moça do café, para
evitar o tom demasiado continental da rapariga, que é
uma palavra que já me está a pôr com dores
de cabeça até porque, no fundo, a única coisa que eu queria
era escrever um poema sobre a rapariga do
café. A solução, então, é mudar de café, e limitar-me a
escrever um poema sobre aquele café onde nenhuma rapariga se
pode sentar à mesa porque só servem café ao balcão.
Nuno Júdice, A Matéria do Poema, Publicações Dom Quixote, Lisboa, 2008
rapariga: s.f., fem. de rapaz: mulher nova; moça; menina; (Brasil), meretriz.
Escrevo um poema sobre a rapariga que está sentada
no café, em frente da chávena de café, enquanto
alisa os cabelos com a mão. Mas não posso escrever este
poema sobre essa rapariga porque, no brasil, a palavra
rapariga não quer dizer o que ela diz em portugal. Então,
terei de escrever a mulher nova do café, a jovem do café,
a menina do café, para que a reputação da pobre rapariga
que alisa os cabelos com a mão, num café de lisboa, não
fique estragada para sempre quando este poema atravessar o
atlântico para desembarcar no rio de janeiro. E isto tudo
sem pensar em áfrica, porque aí lá terei
de escrever sobre a moça do café, para
evitar o tom demasiado continental da rapariga, que é
uma palavra que já me está a pôr com dores
de cabeça até porque, no fundo, a única coisa que eu queria
era escrever um poema sobre a rapariga do
café. A solução, então, é mudar de café, e limitar-me a
escrever um poema sobre aquele café onde nenhuma rapariga se
pode sentar à mesa porque só servem café ao balcão.
Nuno Júdice, A Matéria do Poema, Publicações Dom Quixote, Lisboa, 2008
16 de outubro de 2010
" Livro ", de José Luís Peixoto
Um rapazinho é deixado pela mãe num fontanário, de madrugada. Antes de partir, ela entrega-lhe um livro e promete que voltará dentro de algumas horas. Mas abandona-o e vai para França, trilhando os caminhos da emigração.Acolhido por uma família da aldeia, e sem nunca mais saber da mãe, o rapaz vai crescer enamorado por uma rapariga da terra que o corresponde nos sentimentos. Chegados à idade adulta, decidem ambos emigrar para França, mas partem separados.
O livro — único objecto de valor que o rapaz possuiu em toda a sua vida — servirá para os manter ligados e é através dele que se vão reencontrar.
15 de outubro de 2010
" O Bom Inverno ", de João Tordo
Quando o narrador, um escritor prematuramente frustrado e hipocondríaco, viaja até Budapeste para um encontro literário, está longe de imaginar até onde a literatura o pode levar. Coxo, portador de uma bengala, e planeando uma viagem rápida e sem contratempos, acaba por conhecer Vincenzo Gentile, um escritor italiano mais jovem, mais enérgico, e muito pouco sensato, que o convence a ir da Hungria até Itália, onde um famoso produtor de cinema tem uma casa de província no meio de um bosque, escondida de olhares curiosos, e onde passa a temporada de Verão à qual chama, enigmaticamente, de O Bom Inverno.
Novidades de Ken Follett e Carlos Ruiz Zafón
Ken Follett publica uma nova obra de grande fôlego histórico, a trilogia O Século, que atravessará todo o conturbado século XX. Neste primeiro volume, travamos conhecimento com as cinco famílias - americana, alemã, russa, inglesa e escocesa - que nas suas sucessivas gerações serão as grandes protagonistas da trilogia.
Na Barcelona de 1980, Óscar Drai sonha acordado, deslumbrado pelos palacetes modernistas próximos do internato onde estuda. Numa das escapadelas nocturnas conhece Marina, uma rapariga audaz e misteriosa que irá viver com Óscar a aventura de penetrar num enigma doloroso do passado da cidade e de um segredo de família obscuro. Uma misteriosa personagem do pós-guerra propôs a si mesmo o maior desafio imaginável, mas a sua ambição arrastou-o por veredas sinistras cujas consequências alguém deve pagar ainda hoje.
10 de outubro de 2010
Premiado com o Nobel da Física já fez uma rã levitar (e outras coisas)
Andre Geim, um dos premiados com o Nobel da Física deste ano, ganhou um IgNobel em 2000 (os prémios para a ciência divertida e inacreditável atribuídos por uma revista de humor dos EUA). O cientista de origem russa conseguiu pôr a levitar uma rã e outras coisas.
Só tem um átomo de espessura, é quase transparente... é o grafeno e valeu um Nobel. Ler mais aqui
Fonte: Público, 10.10.10
Só tem um átomo de espessura, é quase transparente... é o grafeno e valeu um Nobel. Ler mais aqui
Fonte: Público, 10.10.10
7 de outubro de 2010
Mario Vargas Llosa - Prémio Nobel da Literatura 2010
A Academia Sueca decidiu galardoar Mario Vargas Llosa com o Prémio Nobel da Literatura 2010. O romancista peruano já havia sido apontado como um dos merecedores deste prémio.Saibam mais aqui e no site oficial do escritor.
26 de setembro de 2010
U2 em Coimbra no próximo fim-de-semana
Enquanto os U2 não chegam a Coimbra assiste ao que se passou em Barcelona a 30 de Junho.
23 de setembro de 2010
14 de setembro de 2010
Concurso sobre o tema Afirmação da União Europeia no Mundo
Com o patrocínio do INUAF, a Associação Portuguesa de Criatividade e Inovação - APGICO - organiza o concurso sobre o tema Afirmação da União Europeia no Mundo, dirigido a equipas de alunos, pais e professores, mediante a apresentação de trabalhos em suporte digital (clips de vídeo, fotografia, desenho animado, blogues, web sites, ou construção em sites sociais). As equipas finalistas participarão numa festa, dia 27 de Novembro, onde lhes serão atribuídos prémios.Para mais informações sobre o concurso, clica aqui ou contacta na Biblioteca Escolar o Professor Fernando Nabais.
31 de julho de 2010
6 de julho de 2010
Morreu Matilde Rosa Araújo ( 1921 - 2010 )
Matilde Rosa Araújo morreu hoje.Ficcionista, poetisa, cronista e pedagoga, notabilizou-se com O Livro da Tila (1957), entre todos emblemático de uma vida dedicada à literatura para a infância. Professora durante mais de quarenta anos, colaborou assiduamente na imprensa. Entre 1943 e 2008 publicou meia centena de títulos: romance, contos, poesia, ensaio, textos didácticos. Recebeu em 1980 o Grande Prémio de Literatura para Criança, da Fundação Calouste Gulbenkian.
Bibliografia
A Garrana (ficção, 1943)
Estrada Sem Nome (ficção, 1947)
A Escola do Rio Verde (1950)
O Livro da Tila (literatura infantil, 1957)
O Palhaço Verde (literatura infantil, 1960), (considerado como o melhor livro estrangeiro, pela associação Paulista de Críticos de Arte de São Paulo, em 1991)
Praia Nova (ficção, 1962)
História de um Rapaz (1963)
O Sol e o Menino dos Pés Frios (literatura infantil, 1972)
O Reino das Sete Pontas (1974)
Balada das Vinte Meninas (literatura infantil, 1977)
As Botas do Meu Pai (literatura infantil, 1977)
Camões Poeta, Mancebo e Pobre (literatura infantil, 1978)
Voz Nua (poesia, 1982)
A Velha do Bosque (literatura infantil, 1983)
O Passarinho de Maio (literatura infantil, 1990)
Fadas Verdes (1994)
O Chão e as Estrelas (ficção, 1997)
O Gato Dourado (literatura infantil)
Lucilina e Antenor (2008)
História de uma Flor (2008)
A Garrana (ficção, 1943)
Estrada Sem Nome (ficção, 1947)
A Escola do Rio Verde (1950)
O Livro da Tila (literatura infantil, 1957)
O Palhaço Verde (literatura infantil, 1960), (considerado como o melhor livro estrangeiro, pela associação Paulista de Críticos de Arte de São Paulo, em 1991)
Praia Nova (ficção, 1962)
História de um Rapaz (1963)
O Sol e o Menino dos Pés Frios (literatura infantil, 1972)
O Reino das Sete Pontas (1974)
Balada das Vinte Meninas (literatura infantil, 1977)
As Botas do Meu Pai (literatura infantil, 1977)
Camões Poeta, Mancebo e Pobre (literatura infantil, 1978)
Voz Nua (poesia, 1982)
A Velha do Bosque (literatura infantil, 1983)
O Passarinho de Maio (literatura infantil, 1990)
Fadas Verdes (1994)
O Chão e as Estrelas (ficção, 1997)
O Gato Dourado (literatura infantil)
Lucilina e Antenor (2008)
História de uma Flor (2008)
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