9 de novembro de 2014

Roteiro Pessoano e Núcleo Arqueológico do Millenium BCP



No passado dia 29 de Outubro, a turma F do 12ºano do Curso Profissional de Técnico de Receção embarcou no Cacilheiro para uma visita de descoberta à Lisboa de Fernando Pessoa e Baixa Pombalina.
Partindo do Cais do Sodré, os alunos e professoras rumaram ao Chiado para uma primeira paragem no Largo de S. Carlos. Aí puderam observar o edifício em cujo 4º andar o poeta nasceu. Entre poemas e fotos deslocaram-se então ao Largo do Carmo, não sem primeiro admirar, na Brasileira do Chiado, a estátua de Lagoa Henriques que eterniza a presença de Pessoa neste estabelecimento e a Basílica dos Mártires, onde o escritor foi batizado.
Já no Carmo, fez-se uma pausa para mais uma leitura de poemas, agora junto ao edifício onde, no 1º andar, o poeta viveu. Presentemente, o local foi transformado em ateliês e café, ainda que tenha havido a preocupação de se preservar o espaço/quarto, permitindo ao visitante imaginar Pessoa, sentado à secretária, escrevendo os seus poemas diante da janela donde pôde escutar, talvez, o som dolente do tanger dos sinos soando dentro da sua alma.
Seguidamente, descemos ao Chiado e visitámos a Tabacaria Mónaco no Rossio, onde se podem admirar azulejos de Rafael Bordalo Pinheiro. Contudo sem autorização para fotos. Ainda no Rossio, voltámos a recordar Pessoa em frente à Camisaria Moderna, onde outrora ficaria o restaurante “Irmãos Unidos”. Aqui, o poeta reunia-se com alguns dos seus amigos, entre eles, Mário de Sá-Carneiro, Almada Negreiros e Alfredo Guizado, a cuja família pertencia o restaurante. Na rua dos Sapateiros encontrámos A Licorista, local muito procurado por Pessoa, hoje um restaurante. Na rua da Assunção, pôde-se ler uma placa assinalando um dos locais de trabalho do escritor e local onde se perdeu de amores por Ofélia.
Finalizámos o roteiro Pessoano no Martinho da Arcada, café de primeira escolha de Pessoa.
 A nossa visita acabou de forma surpreendente ao descermos cerca de 3 metros abaixo do solo para poder imaginar como era a vida dos Lisboetas há cerca de 2400 anos atrás. O Núcleo Arqueológico do Millenium BCP possibilitou-nos essa grande aventura, deixando-nos antever o que foi a vida dos Romanos e permitindo-nos visualizar as fundações em estacaria da época Pombalina que ainda hoje se encontram debaixo de água.

Yiruma - Passing by


Sophia de Mello Breyner Andresen - Quem és tu


5 de novembro de 2014

Bibliotecas como forma de arte


A biblioteca como espaço privilegiado de conhecimento e evasão foi, por diversas vezes, motivo de inspiração de artistas. Apresentamos hoje alguns olhares.  





Hallowe'en na ESAG


30 de outubro de 2014

Ler é uma arte



A pintura, a escultura, a ilustração, entre outras sempre se deixaram cativar pela arte de ler. 
Eis alguns exemplos.





23 de outubro de 2014

Novidades literárias em outubro III - O Organista de Lídia Jorge

«Ainda antes do princípio, ao vazio chegou um órgão. E, com ele, o vazio encheu-se de música, chamando a atenção do Criador, que resolve tocar o extraordinário instrumento. A música passa a ser invenção e revelação, e a cada sopro do órgão aparecem o cosmos, o tempo, os primeiros seres vivos, o homem e a mulher. Uma prodigiosa fábula sobre a criação do Universo e a relação dos homens com Deus, pela mão de uma escritora que dispensa apresentações.»


Fonte: FNAC

Relembramos ainda que o Festival Literário Escritaria, homenageou, no início deste mês, a escritora Lídia Jorge.
Penafiel, cidade que organiza e acolhe o festival, foi palco de celebração da obra e da vida da escritora.

Novidades literárias em outubro II - Caminho Como Uma Casa em Chamas, de António lobo Antunes

O livro toma como base um prédio algures em Lisboa e as «histórias» das pessoas que nele vivem, mas este é apenas um pretexto para António Lobo Antunes nos maravilhar com a sua escrita única e a sua descida cada vez mais fundo ao que de mais íntimo há em cada um de nós.


Fonte: Leya

Novidades literárias em outubro I - A Festa da Insignificância, de Milan Kundera

Aclamado em França e em Itália, este é o muito esperado novo romance do autor de A Insustentável Leveza do Ser, Milan Kundera, que regressa à ficção ao fim de treze anos.
Lançar luz sobre os problemas mais sérios e, ao mesmo tempo, não proferir uma única frase séria, estar fascinado pela realidade do mundo contemporâneo e, ao mesmo tempo, evitar qualquer realismo, eis A Festa da Insignificância, onde o riso, inspirado na nossa época, é cómico porque perdeu todo o seu sentido de humor. Um surpreendente romance que coloca em cena quatro amigos parisienses que vivem numa deriva inócua, característica de uma existência contemporânea esvaziada de sentido e que que pode ser visto como um resumo de toda a obra de Kundera.


Fonte: Leya

22 de outubro de 2014

Mês da Biblioteca Escolar - Cartazes elaborados por alunos da Educação Especial

Alguns Cartazes elaborados por alunos da Educação Especial do nosso Agrupamento.