9 de dezembro de 2009

Feira do Livro e Exposição "Escrever à maneira de ... José Gomes Ferreira"

A Feira do Livro...

Exposição "Escrever à maneira de... José Gomes Ferreira"


Concurso "dia@dia a aprender"

Ranking, após 30 questões:

Tiago Pinto - 7ºB - 28 certas
Henrique Lopes - 7ºC - 27 certas
João Cachopo - 7ºC - 21 certas
Diogo Leitâo - 8ºD - 21 certas
Rhandolff Soares - 9ºD - 21 certas
Diogo Fernandes - 8ºD - 19 certas
Sara Pereira - 8ºA - 18 certas
Mariana Rebotim - 10ºC - 18 certas
André Santos - 7ºB - 17 certas
Bruno Celestino - 9ºD - 16 certas
Participa !!
Esperamos por ti na BE !!!
fn

22 de novembro de 2009

Feira do Livro e Exposição "Escrever à maneira de... José Gomes Ferreira"

Começa amanhã na BE mais uma Feira do Livro. Vai estar aberta até dia 27 de Novembro. Desconto em todos os livros - 20%.


Também se pode ver/sentir a exposição, em colaboração com a Àrea Disciplinar de Português, subordinada ao tema: "Escrever à maneira de... José Gomes Ferreira.

E como são poetas os nossos alunos.

Vale a pena visitar.
Esperamos por ti.

fn

17 de novembro de 2009

Vai ao cinema ver...

Os Substitutos

Realizador: Jonathan Mostow
Tempo de duração: 104 minutos

Concebido pelo mesmo realizador de Exterminador Implacável 3, já em exibição nos cinemas, um novo filme de acção e ficção cíentifica – Os Substitutos.
O filme decorre num futuro não muito longuinquo, em que os humanos vivem nas suas casas, enquanto programam os seus rôbos para fazer todas as tarefas que cada indivíduo deseja. Estes rôbos além de proporcionarem uma vida mais segura, sem quaisquer riscos e sem limites, têm uma aparência idêntica à dos seres humanos, tranformando a vida numa espécie de máquina controlada à distância. O actor principal Bruce Willis é um agente da FBI qe investiga um estranho caso de homicídio, em que tanto o substituto como o utilizador deste, morrem.
A partir dai, a acção desenrola que nos transmite que apesar de um futuro grandioso e tecnológico que teremos, existiram sempre defeitos, neste caso que podem trazer o caos para a Humanidade


Gonçalo Sousa, 10ºE

13 de novembro de 2009

11 de Novembro - Dia de São Martinho


A BE associou-se à comemoração do dia de S. Martinho.
Embora não tenha sido possível apresentar as castanhas assadas a equipa efectuou a divulgação deste dia através de um cartaz, de um poema de Ary dos Santos, O Homem das Castanhas, aqui o poema, e ainda distribuiu, por toda a comunidade escolar, marcadores com provérbios alusivos ao dia.



4 de novembro de 2009

Jósé Rodrigues dos Santos nomeado para o Prémio IMPAC 2010

José Rodrigues dos Santos, com o seu romance O Codex 632, foi nomeado para o International IMPAC Dublin Literary Award, um prémio escolhido através da votação de 163 bibliotecas de cidades de 43 países de todo o mundo. Com esta nomeação para um dos mais significativos prémios literários de âmbito internacional, José Rodrigues dos Santos obtém uma muito prestigiante distinção mundial. O galardão será entregue em Junho, durante uma gala literária em Dublin.
Para além de José Rodrigues dos Santos, foram nomeados para a edição deste ano do IMPAC Dublin Literary Award dois outros autores portugueses, José Saramago e José Eduardo Agualusa, e ainda Philip Roth, Paul Auster, Peter Carey e Salman Rushdie.

Ler aqui sobre o romance O Codex 632

fonte: Gradiva Publicações, S.A.

fn

2 de novembro de 2009

Concurso " dia@dia a aprender "

Ranking, após 15 questões:

Tiago Pinto - 7º B - 14 certas
Henrique Lopes - 7º C - 13 certas
Rhandolff Soares - 9º D - 13 certas
Sara Pereira - 8º A - 12 certas
Diogo Neves - 8º A - 11 certas
Bruno Celestino - 9º D - 10 certas
Mariana Rebotim - 10º C - 10 certas
Diogo Leitão - 8º D - 9 certas
Diogo Fernandes - 8º D - 9 certas
Podes consultar, neste espaço ou na Biblioteca
o TOP deste Concurso.
Participa !!
Esperamos por ti na BE !!

fn

16 de outubro de 2009

Dia Mundial da Alimentação - 16 de Outubro de 2009

Para comemorar O Dia Mundial da Alimentação, a BE/CRE proporcionou as seguintes actividades, com grande afluência de alunos:
o filme Super Size ME - 30 dias de Fast-Food e o CD interactivo Descobre a Alimentação Saudável.

















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12 de outubro de 2009

Prémio Nobel da Literatura 2009 - Herta Müller


Este ano foi laureada Herta Müller com o Prémio Nobel da Literatura.

Herta Müller nasceu a 17 de Agosto de 1953, na Roménia, filha de um pai que serviu na Wafen SS e uma mãe que viveu num campo de concentração, na União Soviética, após a II Guerra Mundial.

A Academia Sueca justifica esta escolha, afirmando que a autora, “com a densidade da poesia e a franqueza da prosa, descreve as paisagens dos desfavorecidos”.

Em Portugal estão publicados os romances "O homem é um grande faisão sobre a Terra", pela Cotovia, e "A Terra das Ameixas Verdes", pela Difel.

Neste momento, vive em Berlim e acaba de ser a 12ª mulher distinguida pelo Prémio Nobel da Literatura.
Consulte aqui a lista de todos os laureados com o Prémio Nobel da Literatura desde 1901 a 2009.

20 de setembro de 2009

Troca as voltas à Gripe com a Biblioteca



Informação sobre a Gripe A(H1N1)

Consulta o Micro Site da Gripe em: http://www.dgs.pt/

29 de junho de 2009

Férias

A escola vai de férias mas a Biblioteca estará aberta para empréstimo domiciliário( brevemente divulgaremos o horário).
Boas férias e boas leituras.

Posted by Rosário Lopes

25 de maio de 2009

Sugestão de leitura

Crepúsculo

Como sugestão de leitura, um dos livros que posso recomendar é “ Crepúsculo” que certamente já terás ouvido falar. Na minha opinião é um livro muito bem escrito de tal maneira que te envolve, te embrenha na história como se estivesses a viver também e a sentir aquilo que as personagens sentem.
É muito mais do que o amor entre uma humana e um vampiro, é um amor que ultrapassa todas as diferenças e desafios para que possa ser vivido; para além disso é daqueles livros que te prende do princípio ao fim e enquanto não o acabares não o largas, é muito cativante e a leitura não é nada aborrecida. E quando chegares realmente ao fim descobres que a história não vai acabar ali pois tem mais três que completam a colecção e digo-vos que são tão apaixonantes como este, em cada um deles os desafios são diferentes e de perder o fôlego.
Quem diria que começou a ser escrito por causa de um sonho da autora!?

Cláudia Custódio, 10ºC

24 de maio de 2009

Dia da Escola

Comemora-se amanhã, dia 25, o dia da escola. São inúmeras as actividades e exposições. Consulta o programa e participa.
Pela BE vão passar muitos alunos para apresentar trabalhos e promover bons momentos de leitura.

2 de maio de 2009

Feira do Livro de Lisboa

Começou ontem e prolonga-se até 17 de Maio.
Consultei o programa, a lista disponível dos livros do dia .. por enquanto apenas se referem os de 2 editoras .. Sessões de autógrafos com os escritores também parece haver muito poucas - ou, existindo, não vêm (por enquanto) publicitadas.
Pelo menos suporte online é coisa que este ano não escasseia.
A Feira tem site, blogue, twitter e está no face book.
al

28 de abril de 2009

Earthwater

Arrancou há algumas semanas em Portugal um projecto pioneiro de solidariedade.
A água embalada Earth Water é o único produto no mundo com o selo do Alto-Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (ACNUR), revertendo os seus lucros a favor do programa de ajuda de água daquela instituição.

A nível nacional, a Earth Water é um projecto que conta com a colaboração da Tetra Pak, do Continente, da Central Cervejas e Bebidas, da MSTF Partners, do Grupo GCI e da Fundação Luís Figo.
Com o preço de venda ao público de 59 cêntimos, a embalagem de Earth Water diz no rótulo que «oferece 100% dos seus lucros mundiais ao programa de ajuda de água da ACNUR», apresentando, mais abaixo, o slogan «A água que vale água».
Actualmente morrem 6 mil pessoas no mundo por dia por falta de água potável. Com 4 cêntimos, o ACNUR consegue fornecer água a um refugiado por um dia.


"Todos os dias morrem seis mil pessoas devido à falta de água potável e destas, 80% são crianças. A cada 15 segundos morre uma criança devido a uma doença relacionada com a água.
Com a criação da Earth Water pretende fazer-se a diferença e melhorar estas estatísticas assustadoras. "
Ao desenvolver o conceito "You Never Drink Alone" pretende-se criar uma solução para a escassez de água potável a nível mundial.
uma campanha a acarinhar..

al

19 de abril de 2009

detox week: 20 - 26 / 04 / 2009

Ora bem, primeiro a explicação do título: 'detox' é o equivalente informal para a palavra inglesa 'detoxification', que em português significa desintoxicação. Trata-se, então, disso mesmo que o nome indica: uma semana de desintoxicação relativamente a tudo o que é digital: TV, PC, iPOD, Playstation, etc, etc. e que este ano tem dose dupla: uma semana na primavera, de 20 a 26 de Abril (começa amanhã!!) e outra em Setembro.

A iniciativa, que já leva 14 anos e no início visava apenas a televisão, teve origem nos EUA em 1995. Entretanto, transformou-se num evento anual de amplitude mundial que, em países mais sensíveis a estas coisas, envolve muito seriamente as famílias, as escolas e a comunidade, numa tentativa de reduzir a dependência das tecnologias de comunicação por parte, sobretudo, de crianças e jovens.


Agora os porquês desta iniciativa:
  • sensibilizar as pessoas no sentido de terem estilos de vida mais saudáveis
  • incentivar as relações com a família e os amigos
  • prevenir e reduzir: a obesidade; problemas nos olhos e nas costas; a falta de concentração e os maus resultados escolares.


Pois é.. há quem (mesmo sendo americano;-) vá pensando nestas coisas, se dê conta de evidências assim, lhes procure pelo menos as consequências, e .. tente remediá-las. Por cá, vamos assobiando para o lado e não paramos de acumular televisões, computadores, telemóveis, ipods, playstations, mps 3, 4, 5 : toda uma panóplia de entreténs que nos poupem o esforço da convivência diária com os rebentos, tb, quiçá .. o desgaste de lhes recusarmos as pretensões constantes. É claro que depois, às vezes anos mais tarde, não compreendemos por que é que .. e que .. .. mas isso são outras histórias.

Voltando aos promotores da semana sem ecrãs: uma das maiores preocupações que levaram a esta iniciativa prende-se com a questão da obesidade: "Décadas de vida sedentária em que se passam horas a ver televisão transformaram os cidadãos dos EUA nas pessoas mais gordas do planeta." (fonte). "A epidemia de obesidade na América está a atingir dimensões assustadoras." (MSN Health & Fitness). Na maior parte dos estados, entre, 25% e 30% da população não tem apenas excesso de peso, é estatisticamente obesa.

É claro que, com o evoluir das tecnologias, esta questão passou a afectar também as crianças e jovens que passam tempos infinitos em frente a um qualquer ecrã. Estudos levados a cabo nos EUA concluiram da relação de causa-efeito entre este estilo de ocupação de tempos livres e um deficit na capacidade de concentração revelada nas aulas, com os consequentes maus resultados escolares. Distúrbios de sono e atitudes agressivas parecem estar também relacionadas, quer com o excesso de horas passadas em frente a um ecrã, quer com os conteúdos veiculados pela televisão ou os jogos de vídeo.

A Associação Americana de Pediatria refere que a prevalência de obesidade nos adolescentes aumentou dramaticamente nas 3 últimas décadas, e aponta como causas mais significativas o papel da televisão e do tempo gasto com os (outros) écrans – a navegar na net ou em jogos de vídeo. E recommenda:
  • nada de ecrãs - de qualquer espécie - antes dos dois anos de idade!
  • limitar o tempo de uso de ecrãs a 1 ou 2 horas por dia
  • não pôr televisão ou computador no quarto dos filhos

Finalmente, as vantagens, os incentivos:

Desligar a televisão/ o computador..

  • dá-nos a oportunidade de pensar, ler, criar, fazer coisas.
  • permite-nos conviver: com a família e os amigos
  • desligar-se da TV, do PC, é ligar-se à vida.

o testemunho de dois jovens americanos, depois de uma semana 'unplugged':

  1. «Diverti-me imenso …. Por que é que não desligamos a televisão nas outras 51 semanas do ano?»
  2. «Não gostei da semana sem televisão – mas dei-me bem conta de que as minhas notas subiram e andei de bom humor toda a semana.»


The Digital Detox Challenge: do the unthinkable: unplug!

  • For one week (April 21-26) say good-bye to Twitter and Facebook.
  • Turn off your TV, iPhone and Xbox.

mais informação em: Adbusters


posted by ana lima

18 de abril de 2009

Susan Boyle, do anonimato à fama

Uma mulher com um M muito grande, que acaba por dar a todos uma enorme lição !

the biggest 'wake up call' ever!

Ver / ouvir para crer:

Susan Boyle in "Britains Got Talent ", 2009

I dreamed a dream (from Les Miserables)

  • I dreamed a dream in time gone by
  • When hope was high,
  • And life worth living
  • I dreamed that love would never die
  • I dreamed that God would be forgiving.

  • Then I was young and unafraid
  • When dreams were made and used,
  • And wasted
  • There was no ransom to be paid
  • No song unsung,
  • No wine untasted.

  • But the tigers come at night
  • With their voices soft as thunder
  • As they tear your hopes apart
  • As they turn your dreams to shame.

  • And still I dream he'll come to me
  • And we will live our lives together
  • But there are dreams that cannot be
  • And there are storms
  • We cannot weather...

  • I had a dream my life would be
  • So different from this hell I'm living
  • So different now from what it seems
  • Now life has killed
  • The dream I dreamed.


Susan Boyle: 'Cry Me A River' - a não perder!!

http://www.youtube.com/watch?v=jI2DxkrgpgQ

* * * * * * * * * * *

Em apenas uma semana!! (desde que o espectáculo foi para o ar, em 11 de Abril), Susan Boyle torna-se um fenómeno de popularidade a nível mundial. Ora vejam: Susan Boyle Fansites (7) ; Susan Boyle Facebook Fan Club ; Susan Boyle Fans Forum


mais sobre Susan Doyle, aqui

postado por ana lima

1 de abril de 2009

Fernando Pessoa revisitado

na 1ª Pessoa .. um vídeo educativo

um vídeo de Halden Beaumont, aluno de mestrado em Educação e Comunicação Multimédia.

postado por ana lima

26 de março de 2009

PESSOA VISITA A BIBLIOTECA

Onze e quarenta. Março. Manhã de sol. Os alunos do décimo segundo ano, turmas D e C, estiveram na biblioteca e representaram o universo pessoano, recriando as temáticas, os heterónimos, os intelectuais do seu tempo. Reviveram Pessoa através da sua obra e da descoberta da concepção do seu trabalho. As dramatizações apresentadas tiveram por base os trabalhos realizados, no primeiro período. Parabéns aos actores e às actrizes que nos aproximaram, de uma forma lúdica e divertida, do mundo complexo deste poeta maior.

Conceição Marques

12ºD: Adónis na poesia de Ricardo Reis.

12º D: Encontro improvável - Pessoa e Florbela Espanca.

12ºC: Pessoa e Alberto Caeiro.

José Luís Peixoto na Esag

Pela minha parte, nesta visita de José Luís Peixoto, gostei - de tudo. Da pessoa-dentro, da pessoa-pele, da palavra solta, do ambiente descontraído, caseiro.
Sei que, no fim, as dedicatórias nos livros autografados foram todas o mais individualizadas possível, nas palavras, nos desenhos. Foi outra coisa que admirei, essa capacidade de improviso, esse dar-se assim a cada um, tão generosamente apesar do pouco tempo. Como se fosse coisa simples, natural. Como se lhe estivéssemos todos dentro..

as fotos:


a assistência, preparando-se


esperando ..


10ºB muito fotogénico


o Rúben em jeitos de trovador..

os alunos que tanto se empenharam na visita de JLP:
10.ºA à esquerda, 10.ºB à direita


o meu colega de cadeira com Rafa ao lado ..

ei-lo que chega, e os primeiros autógrafos

JLP bem-acordando, agradado com a recepção ..


a professora a quem temos todos de agradecer a vinda do escritor


a difícil tarefa de cantar-tocar um texto complexo


José Luís Peixoto contando ..


.. folheando um livro de H. Helder


.. lendo um poema de Herberto Helder


e .. todos no final, em fila para o ritual dos autógrafos


25 de fevereiro de 2009

preparando a visita do José Luís Peixoto

O que vos propomos (10ºA e B), é que escrevam os vossos comentários sobre o que andem a ler / já tenham lido do José Luís Peixoto .. cada post abaixo contempla um dos seus livros - é só procurarem 'o vosso', e deixarem lá uma opinião.
Deste modo, também o ESAGIB rende homenagem a este escritor e prepara a sua vinda aqui à escola .. que acham?

Alguns dos alunos do 10.º B já deram o seu (valiosíssimo) contributo, faltam ainda bastantes outros ..
Gostávamos de ter aqui também os comentários dos alunos do 10.º A , já que são estas as duas turmas que vão receber o autor ..
  • Pois então, " Força nas leituras!"
  • Comentem o livro que leram!

Quem sabe não entusiasmam outros colegas a ler JLP?

Ficamos (ansiosamente:-)) à vossa espera!



nota: até à vinda de JLP à escola, outros posts de ana lima estarão no blogue:
'o vento que passa'

Antídoto


alguém leu este livro?





postado por ana lima

Cal


alguém leu este livro?







postado por
ana lima

Cemitério de Pianos

Adélia (10.º B) disse... Pelas 315 páginas que já li do 'Cemitério de Pianos', acho que valeu a pena o tempo que demorei, pois o JLP é 'tão fofinho' na maneira como escreve. Fundamento isto com o facto de usar uma personagem real como base da sua história e conseguir criar um enredo a partir daí. Achei isso bastante interessante: a história começar a tornar-se real, mesmo sabendo que era ficção.

Paula (10º B) disse... O livro que estou a ler é o "Cemitério de Pianos " . Até agora está a ser interessante e estou a gostar da obra (...)


Edu1992 (10º B) disse... já comecei a ler o meu livro, que é o "Cemitério de Pianos" e até acho o livro interessante até à página 100. A partir daí, o autor começa a misturar muitas histórias, o que dificulta a leitura. Mas o livro em geral é interessante.




postado por: ana lima

Gaveta de Papéis

Joana Costa (10º B) disse... Li o livro de poesia "GAVETA DE PAPÉIS" e pelo que percebi, o autor adora utilizar a personificaçao. A personificaçao dá vida aos seus poemas e por vezes, mais vontade de continuar a ler, mas também os torna mais difícies de interpretar. Esse foi o único ponto negativo, mas mesmo assim continuo a aconselhar a leitura deste livro, pois é um dos livros com os poemas mais bonitos que alguma vez li.




postado por : ana lima

Nenhum Olhar

(10.º B) disse...pelo que li até agora do livro « Nenhum Olhar » devo dizer que nunca li nada assim . a maneira do autor escrever , os detalhes que ele dá , os sentimentos que expressa ..





postado por ana lima

Morreste-me

Ana Parada (10º B) disse: eu li o "Morreste-me" e as poucas páginas que contem esse livro estão todas cheias de sofrimento devido à morte do seu pai.

Aldo (10º B) disse...Eu li o "Morreste-me", é um bom livro, de que até gostei. Esse livro mostra toda a dor e o sofrimento do autor pela morte do pai. E acho que o efeito da escrita que é a "repetição" faz todo o sentido



mais alguém leu este livro?



postado por : ana lima

Uma Casa na Escuridão

Ruben (10.ºB) disse... Já li o livro "Uma casa na escuridão": de certa forma gostei do livro, só não gostei da parte das invasões e dos mutilados e de como ele descreve muito a morte.
(...) o meu livro retrata uma paixão diferente das outras, em que o autor comunica com ela através da escrita, e a certa altura não conseguem comunicar mais (é aí que entram as invasões e os mutilados)




pus aqui os meus primeiros comentários sb o que já li deste livro (1º e 2º capítulos)

(postado por A.L. há uma semana, +/-)

José Luís Peixoto (1)

Trouxe do 'vento' (clicar) o post sobre o JLP e os comentários, para não o(s) perdermos de vista.

O que vos proponho é irem comentando, a partir de agora, nos posts
(q vou ainda pôr) sobre cada livro que tenham lido, e assim se preparava a visita do escritor.. seria assim o vosso, o meu, contributo ..

Podiam, alunos do 10.º B,
era convidar os vossos colegas da turma A a participarem também nesta espécie de 'tertúlia' .. - que tal?

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o post de partida:

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E agora, como prometido (.!.) José Luís Peixoto, escritor português, galardoado com o prémio José Saramago em 2001*
Conheço-o há pouco tempo. Até agora li 2 livros seus, o 'Nenhum Olhar' * e 'O Cemitério de Pianos'. Já comprei o 'Cal'..
  • dele sei .. que tem a idade do "25 de Abril", muitos piercings, tatuagens qb.
  • que tem um blogue (a q. vai m.to pouco mas onde deixa uns textos deliciosos..), um site (coming soon).. ; que está no My Space.
  • que de si diz : Tenho um punk dentro de mim, debaixo da minha pele ...(não percam o texto:!! - 'Not dead ' - 4º post, aqui)
  • que às vezes não usa maiúsculas e 'reflexivou' o verbo parar: ele, ela, parou-se, nem mais..
  • que parece ser uma pessoa encantadora, e tímido, tímido (apesar de punk ..:)
  • que a tristeza infinita daquele olhar nas contra-capas se tem vindo a esbater..
  • que tem um humor surpreendente, delicioso: e um texto ** q o ilustra: a ler, absolutamente (aqui ao fundo)

Sei que há-de vir à ESAG (Março?) e que não vos perdoo se não me convidarem a assistir ( alô 10.º B!! .. :-)))


Sei também que José Luís Peixoto é fã (penso q incondicional) do escritor argentino Julio Cortázar, (clicar para ver post) de quem, de resto, prefaciou a edição portuguesa de "Rayuela/o jogo do mundo". Que fielmente, amorosamente, lhe adoptou/adaptou as transgressões estruturais no romance 'O Cemitério de Pianos'.

  • sei, sobretudo, que escreve .. como que com o corpo todo.
  • que cada palavra inserta é tão absolutamente a palavra certa, que dir-se-ia ter sido sonhada antes.
  • que os seus personagens são de uma humanidade enternecedora.
  • sei que a sua prosa é tão.. mas tão .. intensamente poética
  • e que a sua escrita é bela e flui , que é insinuante e dolorosa , que sem apelo toma conta de nós como um 'mal de vivre' que. (Isto é uma das coisas q ele faz, acabar as frases deste modo impossível e no entanto tão rico de hipóteses, de leituras ..)
Deixo-vos
  • com um texto seu, que vos dará a conhecê-lo certamente muito melhor do que eu alguma vez o faria : um escritor visita a língua portuguesa
  • uma fotografia surpreendente, por aqui (+/- a meio da página, têm de procurá-la ;))
  • e já agora .. nesta importada celebração q dá pelo nome de Valentine's Day, com um seu -lindíssimo- poema de amor:
"...a tua ausência é, em cada momento, a tua ausência.
não esqueço que os teus lábios existem longe de mim.
aqui há casas vazias. há cidades desertas. há lugares.

mas eu lembro que o tempo é outra coisa, e tenho
tanta pena de perder um instante dos teus cabelos.

aqui não há palavras. há a tua ausência. há o medo sem os
teus lábios, sem os teus cabelos.
fecho os olhos para te ver
e para não chorar..."

e ainda.. o tal texto, referido em cima **

José Luís Peixoto na sua saborosíssima crónica – Verdades quase verdadeiras, no JL
(Jornal de Letras),
acerca das pessoas que dormem nas conferências dos encontros literários:
(...)
«No entanto, numa ou outra circunstância, quando estou nessa mesa de microfones e os vejo dormir, sinto uma ternura por eles que só pode ser comparada ao amor.
É uma ternura imensa e absoluta. Não sei ainda se esse sentimento existe por identificação, porque gostaria de estar no lugar deles, a dormir sem rugas na pele, ou se existe por inequívoca impossibilidade.
Sei sim que é um sentimento de família, como se, implicitamente, essas pessoas fossem meus irmãos, irmãs, pais, filhos. É como uma necessidade de cuidar deles, de pousar-lhes uma manta sobre as pernas, uma almofada sob o pescoço perdido.
É como uma vontade de falar baixo para que não despertem, para que tenham a sua tranquilidade assegurada por mais um instante, nem que seja por mais um instante…
De um modo geral, aqueles que dormem são uma minoria da assistência. Em situações excepcionais, já identifiquei dois, três, ou mesmo quatro, numa só sala. Mas continuo a participar em encontros literários e continuo a ter esperança. Aguardo com paciência pelo dia em que toda a sala adormeça.
Três ou quatro autores e teóricos, sentados a uma mesa com garrafas de água e um arranjo floral, a falarem muito baixinho para não acordar a assistência, que dorme mais ou menos profundamente: uma sinfonia de respirações, paz.
O aplauso mais puro a ser o contrário de palmas. Mundos e sonhos possíveis a desenrolarem-se por de trás dos rostos. Seria comovente e maravilhoso.» JLP


postado por ana lima


e agora, os comentários
(praticamente todos) de alunos do 10.º B:


anónimo
disse...
Não o conheço suficientemente para dizer que é um bom escritor. Mas no momento em que recebe o prémio Saramago, sobe muito na consideração das pessoas
14 de Fevereiro de 2009 9:27

al
disse...
verdad, verdad, .. mas é um óptimo escritor, na minha opinião..
os alunos q aqui vierem, please, deixem nome e turma, sim? pode ser no 'corpo' da mensagem..:D
14 de Fevereiro de 2009 9:31

Ruben
disse...
Já li o livro "Uma casa na escuridão": de certa forma gostei do livro, só não gostei da parte das invsões mutilados e de como ele descreve muito a morte.
14 de Fevereiro de 2009 13:37

André Gonçalves
disse...
Das 37 páginas do "Nenhum Olhar" que li até agora, a minha mente infantil gosta de citar umas linhas da pág. 27. Mas isto sou eu...
É meu amigo (no MySpace, claro) e achei o texto do punk muito interessante (já o tinha lido antes da professora o indicar, fui aos seus links e descobri o blog dele). Ainda não sei que perguntas lhe farei quando ele lá for à escola, mas há-de ocorrer qualquer coisinha...
Ah, e não é o 10ºD que a tem de convidar, mas sim o B, porque o JLP só vai visitar as turmas da professora Otília (A e B). ;)
14 de Fevereiro de 2009 13:48

al
disse...
claro, enganei-me... 10.º B, as minhas desculpas!!!!!!!!!!!!!!!!!!e eu sei de uma pergunta q ele gostaria q lhe fizessem, mas ñ digo!! quero estar lá!!!!!!!:-))))))
14 de Fevereiro de 2009 13:58

al
disse...
Ruben: ñ percebi o que queres dizer com 'invsões mutilados' ?!ñ queres explicar melhor?
André: então e as citações da página 27? Não queres pô-las aqui? - please? :-))bjis aos 2
14 de Fevereiro de 2009 17:22

disse...
pelo que li até agora do livro « Nenhum Olhar » devo dizer que nunca li nada assim . a maneira do autor escrever , os detalhes que ele dá , os sentimentos que expressa .. A minha sorte é o livro ser muito interessante, porque com coisas secantes eu adormeço rapidinho. Beijinhos, Stora ;D - Joana Correia 10ºB
15 de Fevereiro de 2009 0:30

André Gonçalves
disse...
Por acaso não, senhora professora. São ordinarices... x)
15 de Fevereiro de 2009 0:31

al
disse...
ordinarices, menino aluno?!;D - não acredito! O JLP ñ escreve ordinarices.. vou reler a tal pg 27
15 de Fevereiro de 2009 0:37


Ruben
disse...
Se querem saber sobre as invasões, o melhor é mesmo ler
15 de Fevereiro de 2009 9:43

al
disse...
Ruben, toda a razão, mas bem q podias deixar aqui um 'cheirinho', não? só para abrir o apetite, vá lá..e calculo, então, q os mutilados de q falas acima sejam o 'colateral damage' das invasões..pensando bem, as invasões só podem ser as francesas .. será? e isso traz-me à memória o último livro do Pérez-Reverte, "um dia de cólera" - conheces? o livro? o autor?bjis.. e volta sp! (e vê se convences o teu colega Rafael a vir aqui tb!!:-D
15 de Fevereiro de 2009 10:47

Ana Parada
disse...
Olá olá, eu li o "morreste-me" e as poucas páginas que contem esse livro estão todas cheias de sofrimento devido à morte do seu pai. sinceramente, eu acho os seus métodos de escrita um pouco estranhos, pois no meu livro diz que o seu pai morreu de uma doença prolongada, enquando no livro do Ruben, "uma casa na escuridão", fala que o pai matou a escrava com uma chave de fendas e de seguida matou-se a si próprio.
Agora, uma boa questão a colocar: será que José Luis Peixoto escreve o que vive ou inventa aquilo que quer escrever? acho a segunda hipótese mais apropriada, mas se ele inventa é porque de certa forma gosta de coisas ligadas à morte - ou então viu filmes de terror a mais :P
15 de Fevereiro de 2009 15:37

al
disse...
Oi Ana, obrigada por teres 'aparecido' por aqui! está visto q os domingos, com mais ou menos sol, são mesmo dias de 'pacholice', de ficar em casa..;)Qto aos livros do JLP: não li nenhum dos q referes, mas calculo que o 'morreste-me' seja mais ou menos auto-biográfico. Aquela dor, aquela insuportável tristeza, sente-se ainda no 'nenhum olhar', q, se ñ me engano, foi escrito no mesmo ano.Em 'uma casa na escuridão', e repito, ñ li, o "pai" será o do narrador, q ñ é necessariamente o autor .. penso q seja isso.«será que José Luis Peixoto escreve o que vive ou inventa aquilo que quer escrever? », perguntas. Pois .. muitos escritores darão vida a essa dualidade.. e haverá livros que se baseiam mais em vivências, outros que serão pura invenção.. nos dois casos,de qq forma, sempre criação literária, ñ é? Tb me parece que o desaparecimento de um ente querido tem necessariamente de deixar marcas profundas, e q a questão da morte passe a estar mais presente, pelo menos durante uns tempos ..agora.. na minha opinião, o JLP é um escritor intrinsecamente melancólico, e acho q é tb isso q torna a sua escrita tão bela, ainda que dolorosa..Às tantas tiveste azar no livro que escolheste .. por que ñ experimentas o 'cemitério de pianos', q é menos triste?bjis e .. obrigada, Ana. o teu comentário deu-me o gosto de me pôr a divagar..
15 de Fevereiro de 2009 15:58

Aldo
disse...
Eu li o "Morreste-me", é um bom livro, de que até gostei. Esse livro mostra toda a dor e o sofrimento do autor pela morte do pai. E acho que o efeito da escrita que é a "repetição" faz todo o sentido ^^Aldo^^
15 de Fevereiro de 2009 22:14

Ruben
disse...
Não vou dar nem um cheirinho, porque assim terão mais curiosidade de o ler :P - Vá, vou só dizer uma coisa: o meu livro retrata uma paixão diferente das outras, em que o autor comunica com ela através da escrita, e a certa altura não conseguem comunicar mais (é aí que entram as invasões e os mutilados), e mais não digo :P. E concordo com tudo o que a Ana disse, queria só corrigir uma coisa: o pai matou a escrava e a si próprio com um machado.
16 de Fevereiro de 2009 17:52

Joana Costa
disse...
Li o livro de poesia "GAVETA DE PAPEIS" e pelo que percebi, o autor adora utilizar a personificaçao. A personificaçao dá vida aos seus poemas e por vezes, mais vontade de continuar a ler, mas também os torna mais difícies de interpretar. Esse foi o único ponto negativo, mas mesmo assim continuo a aconselhar a leitura deste livro, pois é um dos livros com os poemas mais bonitos que alguma vez li. e se se ler cuidadosamente e calmamente, por vezes somos capazes de encontrar toda a beleza daqueles poemas. Eu já li e não me arrependi.
Beijinhos da Joana Costa, nº13, 10ºB
16 de Fevereiro de 2009 17:57

Joana Costa
disse...
P.S. Professora Ana...Isto também se aplica a si, se não ler vou ficar muito desiludida consigo!!! Vá lá, nao custa nada... é pequeno e muito interessante! Força nessa leitura!! JOANA COSTA Nº13 10ºB
16 de Fevereiro de 2009 17:59

al
disse...
Oi lindos:que bom, o JLP parece ter-vos entusiasmado! só é pena q sejam sempre os mesmos a comentar.. q tal envolverem a vossa prof de português nesta 'tertúlia', hein? e o resto dos preguiçosos dos vossos colegas tb, claro! :-))E.. à propos: acho q, com esta partilha, já mereço q me convidem para a 'private session',como diz o André!! ^^
E então, Ruben, afinal, a "só uma coisa" q disseste já foi um cheirinho!!! :-) e agora ...pois.. vou-me pôr a divagar outra vez: então o livro 'uma casa na escuridão' há-de ser todo muito metafórico ... as invasões já ñ serão as francesas, mas qq coisa a nível do sonho, do subconsciente, e os mutilados, claro, os q sofrem por amor.. a escrava é o sujeito/ objecto daquela paixão 'diferente' através da escrita - platónica?, e quando os 2 não conseguem comunicar mais, a única saída para: o desespero de ambos/o sofrimento dela (?) ... é a morte, o machado - objecto definitivo - libertando-os ..que tal, Ruben, acertei nalguma coisa? E, pois, já sei q ñ vais deixar "nem um cheirinho" !:D - o melhor é emprestares-me o livro: eu empresto-te o 'cemiério de pianos', queres?bjis
16 de Fevereiro de 2009 18:21

al
disse...
agora para a Joana:"força nas leituras" é coisa q ñ me custa mesmo nada fazer, embora prefira romances a livros de poesia.. um pouco + difícil é comprar os livros, por isso vais ter de mo emprestar.. tenho o 'nenhum olhar' para a troca, vale? :De para todos os alunos q aqui têm vindo falar do JLP, quero q saibam q estou a a-d-o-r-a-r !!bjis, até 4ª
16 de Fevereiro de 2009 18:27

al
disse...
.. por acaso alguém .. (além do André..) leu alguma coisa do q eu escrevi neste post?e..?- concordam c/ as apreciações?- leram o texto sb as pessoas q dormem nas sessões literárias?- o poema? - gostaram???;D- descobriram a tal fotografia? e..?e .. já pensaram no q lhe vão perguntar qdo ele for lá à escola??bjis
16 de Fevereiro de 2009 21:04

Adélia
disse...
Pelas 315 páginas que já li do 'Cemitério de Pianos', acho que valeu a pena o tempo que demorei, pois o JLP é 'tão fofinho' na maneira como escreve. Fundamento isto com o facto de usar uma personagem real como base da sua história e conseguir criar um enredo a partir daí. Achei isso bastante interessante: a história começar a tornar-se real, mesmo sabendo que era ficção. Bjs***
17 de Fevereiro de 2009 15:02

Ruben
disse...
Não acertou em nada. o melhor é ler o livro, se não daqui a nada já está a fazer concorrência ao JLP xD
17 de Fevereiro de 2009 15:45

al
disse...
1º para a Adélia:'fofinho', o JLP será, com certeza.. agora .. isso de 'criar' um personagem e dar-lhe vida é o q é suposto os escritores fazerem, n'est-ce pas?:-) claro que ele fá-lo muito bem, com muita coerência, e aí acho q tens toda a razão, quase q nos tornamos íntimos deles, ñ é?
agora o Ruben: tu não me digas!!!ñ acertei em nada?? NADA de NADA???nada - mesmo???!!!!amanhã levas o livro, emprestas-mo? qual queres para a troca? - Nenhum olhar: muito triste, muito bonito- Cemitério de Pianos: menos triste, igualmente bonito, de mais difícil leitura
17 de Fevereiro de 2009 17:49

Paula
. disse...
Olá stora :) O livro que estou a ler é o "Cemitério de Pianos " . Até agora está a ser interessante e estou a gostar da obra, pois o autor tem uma maneira de escrever muito própria, nunca tinha lido nenhuma obra com essas características. É um livro grande mas fácil de ler. Tchau, Bjinhos. :D
17 de Fevereiro de 2009 21:18

al
disse...
Que bom estares a gostar, Paula! Eu tb gostei muito, dos personagens, da escrita poética, da ternura subjacente.. Fiquei foi um tanto baralhada com aqueles 'capítulos' interrompidos, que continuam 3 ou 4 folhas depois. Às tantas já ñ sabia quem era quem. Afinal quantos narradores tem este romance? 2? 3? Senti necessidade de fazer uma árvore genealógica para me 'situar'... senti necessidade, mas ñ fiz :-)) e, apesar das baralhações, fui lendo, lendo, sem conseguir parar, até ao fim .. assim são os escritores 'maiores', que nos agarram 'malgré tout'.. Certo, certo, é que gosto IMENSO desta troca de ideias convosco!bjis
17 de Fevereiro de 2009 21:48


Edu1992
disse...
Bom dia, já comecei a ler o meu livro, que é "o cemitério de Pianos" e até acho o livro interessante até a pagina 100. A partir daí, o autor começa a misturar muitas histórias, o que dificulta a leitura. Mas o livro em geral é interessante
24 de Fevereiro de 2009 9:12

al
disse...
É verdade, tb achei. no 'cemitério..' ele adopta uma 'arrumação' inspirada n1 livro de q falo no post, viste? eu recomendaria ir pondo umas notas de rodapé (coisa q eu ñ fiz, mas de que dp senti falta), do tipo: continua na pág. tal ... ;-)) Apesar de tudo, acho q o livro se lê até ao fim com prazer, mesmo q nos escape alguma lógica. Fico contente por estares a gostar.. o Anexi é q, pelos vistos ...:-D

13 de fevereiro de 2009

José Luís Peixoto

Sei que virá cá à escola. E que os alunos do 10.º ano andam a ler os seus livros, preparando-lhe a visita.. Assim, e nesta importada celebração que dá pelo nome de Valentine's Day, aqui fica um poema de amor de José Luís Peixoto:


o tempo, subitamente solto pelas ruas e pelos dias, como a onda de uma tempestade a arrastar o mundo, mostra-me o quanto te amei antes de te conhecer.

eram os teus olhos, labirintos de água, terra, fogo, ar, que eu amava quando imaginava que amava.

era a tua voz que dizia as palavras da vida.

era o teu rosto.

era a tua pele.

antes de te conhecer, existias nas árvores e nos montes e nas nuvens que olhava ao fim da tarde.

muito longe de mim, dentro de mim, eras tu a claridade.


mais sobre este escritor, aqui


postado por ana lima

9 de fevereiro de 2009

trova do vento que passa-versão Amália

Foi um dos ícones de uma época: Fado, Futebol e Fátima. E, junto com Eusébio, a face mais visível do Portugal que então ousava mostrar-se ao mundo. Com uma presença sedutora e uma voz inimitável, Amália Rodrigues representava, cantava, encantava. Do seu reportório de fados constam poetas populares e outros eruditos, como Camões, David Mourão-Ferreira, Manuel Alegre .. Deste último é o poema abaixo: Trova do Vento que Passa

Pergunto ao vento que passa
Notícias do meu país
O vento cala a desgraça
O vento nada me diz.

Pergunto aos rios que levam
Tanto sonho à flor das águas
Os rios não me sossegam
Levam sonhos deixam mágoas.2x

Levam sonhos deixam mágoas
Ai rios do meu país
Minha pátria à flor das águas
Para onde vais, ninguém diz.

Se verde trevo desfolhas
Pede notícias e diz
Ao trevo de quatro folhas
Que morro por meu país. 3x

letra de Manuel Alegre ; música de Alain Oulman (som na imagem)

Mas porque, a par dos cantores e fadistas que entretinham (ainda que magistralmente) havia, mais ou menos na mesma época, os outros, os que intervinham (chamados cantores de intervenção), este mesmo poema, do mesmo Manuel Alegre, tem, cantado, duas versões distintas. Numa, a que aqui consta, incluíram-se apenas as primeiras 4 quadras, onde se 'choram' mágoas difusas, inexplícitas, mais ou menos inócuas: poderiam ser coitas de amor, saudade porque sim. A outra versão dispensa a 'modorra' das estrofes do meio. Aponta razões, culpas, caminhos. Vai descendo num libelo acusatório, cada vez mais fundo, cada vez mais clamor, cada vez mais, outra coisa.
Vejam as diferenças, se quiserem: aqui

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